sábado, 22 de novembro de 2014
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
DIA 20 de novembro- dia da conciencia negra!
Nesta semana de feriado em São Paulo , em
comemoração ao dia 20 de novembro, dia do assassinato ao líder do Quilombo de
Palmares, símbolo da luta e da resistência DO NEGRO escravo a sua condição
desumana, quilombolas que conseguiram através da fuga e da organização de fugitivos
das senzalas e perseguidos e marginalizados pelo sistema da época, prostitutas,
judeus e índios e que conseguiram sua liberdade no quilombo dos Palmares na
serra da barriga, divisa de Alagoas e Pernambuco.
Estes quilombos foram crescendo e dentro de uma serra íngreme
e de difícil acesso, conseguiram reunir mais de 20 mil quilombolas, divididos
em aldeias e centralizados em Palmares, no topo da serra e que não agrupavam
somente negros, mas todos aqueles a quem eram perseguidos e marginalizados pelo
sistema colonial português.
Foi destruído por um valente e mercenário paulista, o
bandeirante Domingos Jorge Velho que tinha longa experiência em escravizar
índios e a luta na selva, e alguns livros oficiais de história ainda representa
estes cruel mercenário em herói e desbravador. paulista.
Zumbi dos Palmares teve a sua cabeça cortada e exibida em plena Praça de Recife,
isso em 20 de novembro de 1695 e a destruição de Palmares e toda a resistência
ao regime cruel e escravista da época, caiu e rolou como a cabeça deste
verdadeiro herói do povo negro e descendente e de todos aqueles que acreditam
na luta pela liberdade.
Vivo Zumbi dos Palmares!
Aquele que nunca morre, pois esta vivo e mora dentro de cada
coração de homens e mulheres hoje sim livres, pois sua luta, nunca e jamais
será em vão!
E a luta continua!
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Lourival canta Solano Trindade
Em comemoração ao dia da consciência negra, vamos lembrar e cantar os versos deste grande poeta negro: Solano Trindade.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
sábado, 15 de novembro de 2014
Minas com Bahia
Para que serve uma internet lenta?
A gente tenta, tenta e nada.
A cabeça esquenta
Como ao sol do meio dia
E tenho vontade
De mandar esta net para...
A casa da minha tia.
Maria
Em minha santa
E sagrada terrinha
Minas Gerais divisa
Com Bahia.
Gromogol
Itacambira
Lá na casa
Da minha saudosa
Tia Maria.
João do Gueto
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Soy Cuba, O Mamute Siberiano
Estava há muito a procura desta película que um dia já tive e deixei para os
meus manos da Ilha Bela, Beto Moçambique e Moisés Voador e como tudo que é
solido se desmancha no ar, La se fue. RS
Ficou em boas mãos e eu sei que o Beto Moçambique deve ter projetado em van
première na Ilha Bela e sobre um filme sobre a Isla Bonita. Soy Cuba!
João do Gueto
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
domingo, 9 de novembro de 2014
sábado, 8 de novembro de 2014
A SENHORA MAURA
A SENHORA MAURA
Sou negro brasileiro, filho da mistura e miscigenação das três
etnias formadoras de nosso povo.
“- O índio, o europeu e o branco português e o negro
africano”.
Sou mulato, mas não gosto desta palavra, pois remonta mais
de quinhentos anos de escravidão, palavra que deriva de mula, animal híbrido e
que não pode gerar descendentes por se filho do senhor com sua escrava negra e
não ser aceito nem pelos brancos e muito menos pelos escravos, passava então a
ser o capitão do mato ou capataz de gado e de toda gente.
Venho aqui dizer e
falar, ou melhor, agora escrever que meus antepassados negros não foram
escravos, mas sim escravizados.
Meu avo Belmiro Rocha nasceu em 1889 na Bahia, portanto
oficialmente liberto, pois a Lei Áurea fora assinada um ano antes de seu
nascimento e como um dia ele mesmo me disse que seus pais não nasceram escravos,
mas todos juntos com sua nação africana foram barbaramente escravizados e
trazidos para o Brasil.
O sangue que corre em minhas veias é a mistura de três
etnias: me avo negro, pai de minha mãe, minha avó, índia de Matogrosso, mãe de
meu pai, minha querida avó Senhorinha Alves Piedade e minha avó Tereza de
Guzzi, mãe de minha mãe, italiana da velha Sicília, portanto sou um autentico e
genuíno filho da miscigenação brasileira,
E hoje, o que dos Rochas, negros e baianos, irá propor e
escrever um nova História, não mais o escravo negro e passivo diante de sua
condição escrava como se a escravidão fosse algo natural e justo.
Não quero mais assistir a novela tão famosa e mundialmente
conhecida: A escrava Isaura, pois meus antepassados não eram escravos, mas sim
foram escravizados e trazidos pela força e amarrados em correntes como se
fossem cosias e objetos e como justiça e não vingança, eu irei escrever uma
nova e melhor novela, A SENHORA MAURA!
E ela passará em meu canal todos os santos dias e em todo
capítulo, Maura irá dizer assim:
Trezentas chibatadas no mínimo a Leôncio por insubordinação
e não quer me servir.
Trezentas no mínimo e seu nome não será a escrava de alma
branca Isaura, mas sim, minha linda, negra e formosa sinhazinha: A SENHORA
MAURA
João do Gueto
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